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Morre ex-frenética Lidoka, aos 66 anos


RIO — "Abra suas asas, solte suas feras. Caia na gandaia, entre nesta festa". Ex-integrante do grupo As Frenéticas, Lidoka foi uma das responsáveis por tornar essa canção — além de outras como "Perigosa" — em uma das mais populares do cancioneiro nacional. Musa à época das discotecas, Maria Lídia Martuscelli viveu, junto com suas companheiras de banda, o auge do sucesso entre as décadas de 1970 e 1980. A trajetória da ex-frenética, no entanto, foi interrompida na noite desta sexta-feira. Lidoka morreu em sua casa, na Zona Sul do Rio, aos 66 anos. Ela lutava há anos contra o câncer: a artista, de acordo com a família, teve um melanoma (um tipo de câncer de pele) e havia sido curado. Em agosto de 2015, porém, ela descobriu uma "pinta nas costas", que originou uma metástase. A doença chegou ao cérebro e ela não tinha condições de passar por uma cirurgia neurológica. Desde então, Lidoka permaneceu em casa se alimentando e tomando remédios.


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