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Com eleições em 2018, educação segue em ponto morto


Época de promessas, o ano eleitoral não traz grandes expectativas para a educação. O clima polarizado das discussões pré-eleitorais não tem indicado boas perspectivas para os desafios educacionais.

Muito pelo contrário. A avaliação é de que o país está distante de um projeto que coloque o tema no centro da agenda política e econômica. A educação viveu em 2017 mais um ano de estagnação de recursos, contrariando os diagnósticos que apontam para a necessidade de mais investimentos. Tanto para incluir os quase 2,5 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos que estão fora da escola quanto para melhorar os índices de qualidade.


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