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REFORMA DA PREVIDÊNCIA SEGUE PARA O SENADO FEDERAL COM POUCAS ALTERAÇÕES


APÓS APROVAÇÃO EM SEGUNDO TURNO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS, E TODOS OS DESTAQUES VOTADOS EM PLENÁRIO, O TEXTO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA SEGUE PARA O SENADO FEDERAL COM POUCAS ALTERAÇÕES. DESTAQUES QUE PEDIAM MUDANÇAS EM PONTOS COMO PENSÃO POR MORTE, BPC, O BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA, E O ABONO SALARIAL FORAM DERRUBADOS PELA MAIORIA DOS PARLAMENTARES. // AGORA, COM O TEXTO DA REFORMA NAS MÃOS, O PRESIDENTE DO SENADO, DAVI ALCOLUMBRE, ESPERA RAPIDEZ NO TRAMITE DA CASA. O SENADO FEDERAL TERÁ A MISSÃO DE MEXER EM PONTOS SENSÍVEIS DA REFORMA, COMO A INSERÇÃO DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS.

ENTRE AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NAS APOSENTADORIAS JÁ CONFIRMADAS NO TEXTO, ESTÁ A CRIAÇÃO DA IDADE MÍNIMA PARA APOSENTADORIA DE 62 ANOS PARA AS MULHERES E 65 PARA OS HOMENS. O TEMPO MÍNIMO DE CONTRIBUIÇÃO SERÁ DE 15 ANOS PARA AS MULHERES E DE 20 ANOS PARA OS HOMENS. ALÉM DISSO, A REFORMA DA PREVIDÊNCIA MUDA A FORMA DE CÁLCULO PARA A CONCESSÃO DO BENEFÍCIO. HOJE O VALOR DA APOSENTARIA É BASEADO EM 80 POR CENTO DOS MAIORES SALÁRIOS DO TRABALHADOR. COM A REFORMA, ESTE CÁLCULO SERÁ EM CIMA DE 100 POR CENTO DE TODOS OS SALÁRIOS RECEBIDOS DURANTE OS ANOS DE CONTRIBUIÇÃO.


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